segunda-feira, 16 de março de 2009

Desafinou


Alguém se lembra daquele show de Luciano Pavarotti, José Carreras e Plácido Domingos, chamado "Os Três Tenores?"

Foram algumas apresentações, uma inclusive aqui no Brasil, no estádio do Morumbi.

Os três também fizeram concertos por ocasião das Copas do Mundo de 1990, na Itália, 1994, nos EUA e 1998, na França.

E os três eram realmente os melhores, tanto separados como juntos. Só que juntos eles precisavam de um maestro.

Alguém lembra quem era o maestro deste trio de estrelas?

O não menos estelar Zubin Mehta. Quem?



Pois é, quando o maestro é realmente bom, passa quase despercebido, e os louros da vitória ficam com os tenores.

Este é o caso do maestro indiano Zubin Mehta. Perfeito em sua função.

Este não está sendo o caso de um jogador de futebol que já foi chamado de maestro em temporadas passadas.

O maestro quer aparecer mais que os tenores, quer cantar e talvez até fazer um "mosh" do palco, pulando em cima da galera.

Não, Douglas, não precisa fazer tudo isso para se valorizar e ser vendido ao exterior. Não precisa competir com Dentinho, Boquita, Elias, Ronaldo.

O maestro é diferente. Precisa fazer o simples, magistralmente.

Como definiu ontem, nos vestiários do estádio Bruno José Daniel, em Santo André, o treinador do Corinthians Mano Menezes:




Um comentário:

Jeannye Suellyn disse...

achei interessante sua comparação Bello, e não há dúvidas de que o time perde demais qdo o Douglas não está bem... mas acredito que maestros podem passar, como qqr outro profissional, por uma má fase.... e isto está acontecendo com o Douglas... está numa zica danada... mas ele é bom... e torço que volte logo a ser o maestro que todos gostamos de ver!!!!

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